Treinador diz que time precisa ser mais efetivo nas finalizações e explica por que Gabigol começou no banco contra o Palmeiras.
O técnico do Santos, Juan Pablo Vojvoda, elogiou a postura do Santos em campo na derrota para o Palmeiras por 1 a 0, nesta quarta-feira, na Arena Barueri, pela segunda rodada do Campeonato Paulista.
Para o treinador, o time esteve bem, conseguiu criar chances de gol, ter a posse de bola e soube se defender. Ele também lamentou a forma como a equipe sofreu o gol: “Quanto à análise do jogo, sabemos que enfrentamos um clássico, um adversário bom, em seu campo, em seu gramado. Quanto a dados ou estatísticas de jogo, o time criou finalizações, teve boa postura quanto a posse de bola, defendeu bem. O gol que sofremos não acho que foi um erro tático. Foi um bate-rebate e ficou uma bola para eles, que define o jogo. O time terminou o jogo com dois chutes bons. Uma postura boa do Santos.”
Vojvoda entende que o Santos teve bons minutos no clássico e que precisa aumentar essa frequência. Para o treinador, a maior dor é não ter conseguido aproveitar as chances de gol e perder a chance de somar pontos.
“Tivemos minutos em que não encontramos fluidez, mas tivemos minutos bons, e temos que somar mais minutos assim para ter melhor posição para ter posse e chances de gol. É um aspecto para trabalhar. Todas as partidas, adversários e campos não são iguais. Enfrentamos um adversário complicado em um campo complicado.”
“Sem analisar os dados, o time jogou bem. Porque o outro time também joga. Tenho que analisar dados com mais detalhes. Acho que tivemos mais finalizações, mas concordo que o rival teve menos finalizações, mas ganhou o jogo. Eles têm seis pontos, e nós, três. Aí mora a dor do treinador, do vestiário, de todos, porque é um jogo que precisamos somar e nesse caso não somamos.”
O treinador argentino também explicou a opção de iniciar a partida com Gabigol no banco de reservas. Thaciano foi titular, com o atacante entrando durante o segundo tempo. Segundo Vojvoda, foi uma opção por controle de minutagem.
“Quanto ao Gabriel, é muito importante para nós. Estou conhecendo ele, há que administrar os minutos também. Eu conheço o dia a dia. Ele jogou 90 minutos com temperatura muito alta. Eu quero Gabriel sempre no meu time. Não quero perder ele por tomar riscos. Ele vai estar no próximo jogo e isso é importante também. Precisamos de gols e ele pode dar os gols que o Santos precisa.”
O Santos volta a campo no próximo domingo, às 20h30, contra o Guarani, no Brinco de Ouro.
*Com informações do ge





