Votuporanguense alerta contra tentativa de golpe envolvendo diretoria do clube

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Estelionatário estaria se passando pelo presidente do CAV, Edilberto Fiorentino – ‘Caskinha’ e também pelo Diretor Executivo de Futebol, Diego Cope, por meio do WhatsApp e Instagram, pedindo para atletas o pagamento de ‘taxa’ por uma vaga no elenco do clube.


O Clube Atlético Votuporanguense fez, na tarde desta terça-feira (31), um alerta sobre criminoso que estaria se passando no WhatsApp e Instagram, pelo presidente Edilberto Fiorentino – ‘Caskinha’ e também pelo Diretor Executivo de Futebol, Diego Cope. O estelionatário cobraria ‘taxa’ por uma suposta vaga no elenco da Pantera Alvinegra que se prepara para disputar a Copa Paulista. 

Segundo nota oficial divulgada pelo CAV, “a diretoria comunica a todos que medidas legais já foram tomadas e que não pactua com tais atos. Tanto o Caskinha, quanto o Diego Cope são pessoas de ética ilibada. Não há nada que possa desabonar a imagem e o nome deles. O Clube Atlético Votuporanguense está à disposição das autoridades para que este estelionatário responda criminalmente pelos seus atos.” 

Questionado sobre vítimas, a assessoria informou que não tem informações sobre se alguém de fato caiu no conto do criminoso; explicando que o denunciante, que procurou o clube para esclarecer a situação, não depositou qualquer valor.  

Reincidência

Esta não é a primeira vez que situações do tipo acontecem no Votuporanguense. Em 2018, golpistas tentaram aliciar jogadores se passando pelo técnico Rafael Guanaes, comandante do Votuporanguense, à época.

Criminosos extorquiam dinheiro de atletas que queriam uma oportunidade para jogar. Golpistas usavam um telefone com DDD 77, do interior da Bahia, onde se passavam pelos técnicos de clubes como CAV, Noroeste, Linense, Brusque, dentre outros e pediam dinheiro a jogadores com o argumento de que essa verba seria usada para o pagamento de taxas, como a inscrição do atleta na federação estadual. 

A época, alguns jogadores caíram e fizeram o depósito ao falsário — Foto: Reprodução

A época, o presidente da Pantera Alvinegra, Marcelo Stringari decidiu registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia de Votuporanga porque essa não é a primeira vez no ano que o nome do clube é usado por pessoas que tentam se passar pelo técnico do time. Na delegacia, o cartola foi orientado para que o clube poste um comunicado alertando sobre o golpe nas redes sociais, e que quem deve registrar B.O. são os jogadores aliciados.