No Dia Mundial da Diabetes, endocrinologista do HB chama a atenção para o diagnóstico precoce da doença

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O diabetes é uma doença metabólica que envolve a falta de insulina no corpo, hormônio responsável por transferir o açúcar do sangue para dentro das células onde a glicose é importante.


No próximo domingo, dia 14 de novembro, é celebrado o Dia Mundial da Diabetes, data escolhida para alertar a população e conscientizar sobre a doença. O diabetes é uma doença metabólica que envolve a falta de insulina no corpo, hormônio responsável por transferir o açúcar do sangue para dentro das células onde a glicose é importante.

Para o endocrinologista do Hospital de Base (HB), Dr. Antônio Carlos Pires, a descoberta da insulina foi um marco na história e um avanço sem precedentes para o tratamento da doença. “Até 1921 não existia a insulina. Pacientes com diabetes tipo 1, que acomete crianças e adolescentes, morriam dentro de seis meses a um ano após agravamento da doença. Atualmente, com a purificação da insulina, melhora na farmacologia e com o indivíduo fazendo sua parte, é possível viver perfeitamente bem”, afirmou Dr. Pires.

Grande parte dos diabéticos são acometidos com o tipo 2 da doença, que tem resistência ou deficiência insulínica. A International Diabetes Federation (IDF) estima que uma em cada 10 pessoas adultas em todo o mundo conviva com a diabetes. No Brasil, o número de diabéticos ultrapassa os 16 milhões.

No ambulatório geral de especialidades do Hospital de Base (HB), de Rio Preto, os pacientes do SUS contam com uma equipe multiprofissionais para o atendimento de exames e consultas, que acontece três vezes por semana. Atualmente o ambulatório de diabetes atende cerca de 500 pacientes todos os meses e há outros 10 mil cadastrados que já passaram ou passarão por atendimento.

Esse atendimento é feito por endocrinologistas, cardiologistas, nefrologista, oftalmologistas, além de cirurgiões vasculares, em caso de necessidade dos pacientes, em decorrência do agravamento do quadro da diabetes.