Chandelly reclama autoria de Projeto de Lei que proíbe fogos de artifícios, e dispara: “Meidão foi antiético”

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IMPASSE NA CÂMARA –

Imagem do protocolo realizado por Chandelly

O vereador Chandelly alega que protocolou seu projeto no dia 23 de dezembro de 2019, com a intenção de entrar para votação no dia 27 de janeiro de 2020, dia da primeira sessão de 2020. No documento protocolado por Chandelly, consta “Tramitando”; autor: Chandelly Protetor. O vereador explica que no regimento interno da Câmara Municipal existe a questão que quando vira o ano, outro vereador pode registrar um projeto semelhante mesmo que este já se encontrava protocolado. “Virou o ano, o Meidão foi lá e protocolou, registrou no nome dele, não levando em consideração o que já estava em tramitação e que já seria votado no próximo dia 27. A questão é a seguinte, ele, em minha opinião foi antiético. Como presidente da Casa, deveria respeitar o vereador que luta por esta causa desde 2017. Em 2017 eu fiz uma indicação; em 2018 eu fiz um anteprojeto; em 2019 eu continuava trabalhando em cima do projeto, ele sabia disso, ele mesmo liberou o carro para eu ir a São José do Rio Preto para conhecer o projeto dos fogos que foi proibido pela Câmara daquela cidade. Ele sabendo disso tudo foi lá e registrou pra ele, ou seja, não respeitou meu trabalho, passou por cima. É essa a minha indignação, a forma como ele, sendo presidente da Casa, passou por cima de mim e registrou”, lamenta.