Força-tarefa da Lava Jato no Paraná deixa de existir, e procuradores passam a integrar o Gaeco, diz MPF

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Operação Lava Jato começou em 2014 e resultou em 79 fases. De acordo com o MPF, foram apresentadas 130 denúncias contra 533 acusados, e 174 pessoas foram condenadas pela Justiça. Mais de R$ 4,3 bilhões foram devolvidos aos cofres públicos.


A força-tarefa da Lava Jato no Paraná ‘deixou de existir’ desde segunda-feira (1º), de acordo com o Ministério Público Federal informou nesta quarta-feira (3). 

A mudança acontece após a publicação de uma portaria da Procuradoria-Geral da República em dezembro de 2020, que estendia as atividades da força-tarefa no Paraná até outubro de 2021, mas com uma nova estrutura. 

De acordo com o MPF, cinco dos 15 integrantes da força-tarefa passaram a integrar o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e darão continuidade aos trabalhos da operação. 

Outros dez membros que compunham a força-tarefa permanecem designados para atuação em casos específicos ou de forma eventual até 1º de outubro de 2021, segundo o MPF, mas sem integrar o Gaeco e sem dedicação exclusiva ao caso. 

Segundo o MPF, os procuradores que passam a integrar o Gaeco são: 

  • Alessandro José Fernandes de Oliveira 
  • Laura Gonçalves Tessler 
  • Lucas Bertinato Maron 
  • Luciana de Miguel Cardoso Bogo 
  • Roberson Henrique Pozzobon 

Os demais procuradores continuarão com contribuições eventuais, específicas ou acumularão suas funções nas investigações com o ofício de origem: 

  • Alexandre Jabur 
  • Antônio Augusto Teixeira Diniz 
  • Athayde Ribeiro Costa 
  • Felipe D’Elia Camargo 
  • Filipe Andrios Brasil Siviero 
  • Joel Bogo 
  • Leonardo Gonçaslves Juzinksas 
  • Paulo Henrique Cardozo 
  • Paulo Roberto Galvão de Carvalho 
  • Ramiro Rockenbach da Silva Matos Teixeira de Almeida 

Lava Jato no Paraná 

A Operação Lava Jato começou em 2014. Ao todo, até o momento, foram 79 fases. De acordo com o MPF, foram apresentadas 130 denúncias contra 533 acusados, e 174 pessoas foram condenadas pela Justiça. 

De acordo com o MPF, mais de R$ 4,3 bilhões foram devolvidos aos cofres públicos.

*Com informações do g1 e MPF