Esta é a quarta punição do tipo sofrida pelo clube em um intervalo de dois meses.
O Corinthians voltou a ser punido pela Fifa com um transfer ban. Na tarde desta segunda-feira, o clube foi notificado de que está impedido de registrar novos jogadores por não cumprir o acordo de pagamento ao Midtjylland, da Dinamarca, pela contratação do volante Charles, realizada no segundo semestre de 2024.
O valor devido, de aproximadamente R$ 6 milhões, corresponde à terceira e última parcela da compra dos direitos econômicos de jogador.
No acordo firmado na gestão do presidente Augusto Melo, o Corinthians se comprometeu a pagar 1,6 milhão de euros em três parcelas. A última, de 800 mil euros, venceu em 15 de março de 2025 e não foi quitada.
O contrato previa uma cláusula de penalidade em caso de inadimplência. As partes acordaram que, se o Corinthians atrasasse qualquer uma das parcelas, o clube ficaria sujeito ao pagamento de uma multa de 200 mil euros.
Como o Corinthians não quitou a última parcela, o Midtjylland acionou a Fifa e venceu a disputa em outubro de 2025. O clube do Parque São Jorge recorreu da decisão à Corte Arbitral do Esporte (CAS), mas voltou a ser derrotado em maio deste ano.
Esta é a quarta punição do tipo sofrida pelo Corinthians em um intervalo de dois meses. Três sanções foram impostas pela Fifa, enquanto a outra foi aplicada pela CBF.
O primeiro transfer ban sofrido pela Fifa ocorreu por causa da dívida com o Philadelphia Union, dos Estados Unidos, referente à contratação do volante José Martínez, em 2024.
Já o segundo veio na semana passada pelo não pagamento de uma multa disciplinar de US$ 225 mil (cerca de R$ 1,151 milhão na cotação atual).
A penalidade foi aplicada pela Fifa em razão de atrasos no cumprimento de obrigações financeiras relacionadas às negociações de:
- José Martínez, do Philadelphia Union, dos Estados Unidos;
- Charles, do Midtjylland, da Dinamarca;
- Talles Magno, do New York City FC, dos Estados Unidos.
A terceira punição, que aconteceu na última sexta-feira, foi aplicada pela CBF em razão do atraso no pagamento de uma das parcelas do acordo firmado na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD).
*Com informações do ge





