Depois de quatro derrotas seguidas no Brasileirão, equipe enfrenta o Estudiantes, nesta quarta-feira, na Argentina, pelo primeiro jogo das quartas da Libertadores.
O lateral-direito Matheuzinho saiu em defesa do técnico Fernando Diniz antes do jogo contra o Estudiantes, nesta quarta-feira, às 21h30, em La Plata, pelas quartas de final da Conmebol Libertadores.
Em coletiva de imprensa no centro de treinamento do Defensa y Justicia, o defensor reconheceu a má fase do time no Campeonato Brasileiro, mas reforçou o trabalho da comissão técnica: “Nosso dia a dia com Diniz não muda nada, está fazendo um trabalho muito grande, individualmente jogadores cresceram com a chegada dele. Todo trabalho precisa de tempo. O trabalho dele começou de uma maneira muito boa, a gente cresceu muito. Sempre tem uma instabilidade, é normal. Estamos trabalhando para conseguir voltar ao eixo de novo.”
“Confiamos 100% nele, é um cara muito capaz, já mostrou em outros clubes. Estamos fechados com ele. Todos os jogadores confiam na proposta de jogo dele. Ele quer o melhor para o Corinthians. Não há nenhuma dúvida entre jogador e treinador. E estamos trabalhando juntos para sair desta fase”, afirmou.
Embora esteja entre os oito melhores clubes da América do Sul em 2026, o Corinthians não atravessa um bom momento. O time perdeu seus quatro últimos jogos no Campeonato Brasileiro, despencou na tabela e apresenta dificuldades para repetir o bom futebol do início da passagem de Fernando Diniz.
Para Matheuzinho, os resultados ruins na Série A servem como aprendizado para o jogo contra o Estudiantes. A estratégia do Corinthians é manter a solidez do sistema defensivo, não sofrer gols no jogo de ida e decidir a classificação em casa, na Neo Química Arena, dia 16.
“O mais importante neste tipo de competição é não vacilar, como acabamos vacilando no Brasileiro em alguns lances. É um jogo com senso de urgência, qualquer bobeira pode acabar pagando caro, sabemos da qualidade da competição. Nós sabemos que qualquer erro pode custar caro. Nós estamos preparados para isso.”
“O foco para nós é baliza zero, dar a maior segurança possível para o Hugo, para que possa fazer a defesa quando for necessário só. Quando se corre para trás, nossa equipe se dá bem, como mostramos na maioria das partidas. Esse é o caminho. Saber o que a gente quer desta competição e fazer o que é combinado”, argumentou.
*Com informações do ge





