Polícia Civil de Rio Preto mira grupo de São Paulo suspeito de aplicar golpes bancários 

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Polícia Civil de Rio Preto mira grupo de São Paulo suspeito de aplicar golpes bancários – Foto: Polícia Civil/Divulgação

Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Capão Redondo, zona sul de São Paulo/SP; três investigados foram localizados, um deles apontado como líder.


A Polícia Civil de São José do Rio Preto/SP realizou na manhã desta quarta-feira (11.ago), a segunda fase da operação contra uma organização criminosa especializada no golpe bancário conhecido como “Golpe da Mão Fantasma” ou “Falsa Central de Segurança Bancária”. A ação foi realizada no Capão Redondo, zona sul de São Paulo/SP.

Segundo a Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic), ao todo seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Capão Redondo.

O grupo foi rastreado através das movimentações financeiras, permitindo que os policiais identificassem os responsáveis pelos golpes bancários.

Durante a investigação, foram localizados três investigados, que foram conduzidos a uma delegacia. Um deles é apontado como líder da organização criminosa. Também foram identificados outros membros que ocupam posições de comando dentro do grupo.

Os policiais apreenderam dinheiro em espécie, celulares, cartões bancários e outros dispositivos eletrônicos. A operação contou também com o apoio do Setor de Combate ao Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold) e 2ª Equipe da DIG.

Como funciona o golpe?

Na fraude, os criminosos entram em contato com as vítimas se passando por funcionários de agências bancárias alegando ter identificado supostas movimentações suspeitas nas contas.

Os golpistas convencem as vítimas a instalarem aplicativos ou permitirem acesso remoto ao celular ou computador. Com a permissão, os criminosos podem acessar aplicativos bancários, realizar transferências, pagamentos e outras operações.

A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar os demais membros da organização e esclarecer suas funções no esquema fraudulento.

*Com informações do Diário da Região/Gustavo Terao