Escola Sarah Arnoldi Barbosa cria Mural Virtual

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Apesar do distanciamento social causado pela Pandemia da Covid-19, a Escola Estadual Prof.ª Sarah Arnoldi Barbosa continua a desenvolver métodos de aprendizagem aos alunos. Desde abril deste ano, os estudantes do Estado de São Paulo estão assistindo aulas online por meio do aplicativo CMSP (Centro de Mídias de São Paulo). Também é possível acessar as aulas através do canal do Youtube, Facebook e do canal da TV, em Votuporanga é o 4.3. Os professores da escola auxiliam diariamente os estudantes por meio do Google Classroom, um serviço grátis para professores e alunos. É uma sala de aula online do Google, em que alunos e professores podem realizar encontros virtuais para a realização de aulas à distância.

Com intuito de valorizar os trabalhos desenvolvidos ao longo da quarentena, a Escola SAB, criou o “Mural Virtual”. Uma pequena mostra de trabalhos realizados por todos os Componentes Curriculares. Esses trabalhos são apresentados nas mais diversas formas artístico-culturais: desenhos, vídeos, teatro, dança, poesia, música e animações.

O Mural Virtual possibilita que alunos e professores socializam experiências de conhecimentos e de múltiplas aprendizagens em todas as áreas da cultura. Segundo a diretora da Escola, Isabel Cristina Bertolo, “Este é o momento em que os alunos apresentam uma pequena amostragem de uma série de atividades, projetos que foram desenvolvidos ao longo do período de atividades não presenciais e que culminam neste momento tão desafiador, tendo em vista a construção de aprendizagens significativas”.

“A necessidade de criar momentos em que o conhecimento adquirido pelos estudantes seja compartilhado está diretamente ligada ao modelo de Ensino Integral que privilegia a formação interdimensional do educando”, explica.

“Em um país traçado pela desigualdade social, um momento como o de agora se torna ainda mais desafiador. A o isolamento social trouxe a tona muitas dificuldades. Estamos vivendo um momento inédito e que sem dúvida irá gerar muitas lições principalmente para a área da educação”, esclarece..

“Países como a Estônia, por exemplo, primeiro lugar no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) entre os países europeus, já tem história bem estabelecida de quase dez anos do uso de tecnologia na educação que pode nos ensinar como fazer essa transição. Isso não significa nunca que iremos substituir as escolas, mas fazer com que elas sejam capazes de oferecer experiências híbridas”.

“Nossa missão é formar jovens primando pela excelência acadêmica; no apoio integral aos seus projetos de vida; seu aprimoramento como pessoa humana; formação ética; o desenvolvimento da intelectualidade e do pensamento crítico”, finaliza a diretora.

O projeto conta ainda com a orientação da vice diretora Camila Perola Ferraz,  coordenação de Viviani Rodrigues Rodante, Thiago Iani Costa Ramos e Paula Basso de Lima Garutti e Fabio Zarpelão da Silva, além da organização escolar a cargo de Maria Antônia de Caires.