
Parlamentar divulgou nas redes sociais imagens apresentadas à prefeita Gi Franzotti e defendeu a proteção das crianças no ambiente escolar.
O deputado estadual Danilo Campetti (Republicanos) se manifestou nesta quarta-feira (21.out) sobre a denúncia envolvendo uma professora da rede municipal de ensino de Potirendaba, na região de São José do Rio Preto.
Segundo relato apresentado à prefeita Gi Franzotti (PL), uma aluna de 11 anos teria voltado para casa chorando e assustada após ouvir, durante uma aula, afirmações de que a vitória de determinado candidato nas eleições poderia resultar na morte de pessoas. Conforme a denúncia, a professora também teria apontado estudantes para indicar quem sobreviveria ou não.
Imagens registradas dentro da sala de aula foram entregues à prefeita e divulgadas pelo deputado Danilo Campetti em suas redes sociais. O material integra os elementos apresentados sobre o episódio, que deverá ser investigado pelas autoridades competentes.
“Uma denúncia dessa gravidade não pode ser ignorada! Estamos falando de crianças de apenas 11 anos que vão à escola para aprender, não para sentir medo. Professor tem o dever de educar, não de doutrinar. Se os fatos forem confirmados, os responsáveis precisam responder por seus atos”, declarou Campetti.
O parlamentar também destacou que a escola deve ser um ambiente de aprendizado, respeito e segurança, sem intimidação ou constrangimento por questões políticas.
“Como pai e deputado estadual, defendo que nossas crianças sejam protegidas. A sala de aula não pode ser transformada em instrumento de disputa política. Nenhum aluno deve ser intimidado por suas opiniões ou pelas escolhas políticas de sua família”, acrescentou.
Campetti destacou a iniciativa da prefeita Gi Franzotti, que anunciou a abertura de uma sindicância administrativa para investigar o episódio. A prefeita também informou que encaminharia o caso ao Ministério Público, à Justiça da Infância e da Juventude e ao Conselho Tutelar.
O deputado afirmou que acompanhará os desdobramentos da investigação e defendeu que, caso as denúncias sejam comprovadas, sejam adotadas as medidas legais cabíveis, respeitando o direito de defesa da profissional envolvida.




