Rio Preto amplia flexibilização, libera eventos culturais e música ao vivo em bares

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A Prefeitura de Rio Preto ampliou a flexibilização em alguns setores e as mudanças já estão liberadas a partir deste sábado (3).

De acordo com o Executivo, cinemas, teatros, exposições e convenções serão liberados com restrições, como 40% de público, manter o distanciamento social e a proibição do consumo de comida no local.

Outras atividades também foram regulamentadas. Entre elas, shows, eventos, leilões, musicas ao vivo em bares e restaurantes e festas em buffet. Contudo, o dono do evento terá de enviar um e-mail para eventoscovid19@riopreto.sp.gov.br pedindo a autorização, com 72 horas de antecedência.

“Quando tiver alimentação, os eventos devem seguir os protocolos específicos de restaurantes. Somente serão admitidas pessoas sentadas, com distanciamento mínimo. As mesas deverão estar organizadas com distanciamento mínimo de um 1,5 metro”, afirma a gerente da Vigilância Sanitária de Rio Preto, Miriam Wowk.

A prefeitura também vai liberar os locais de lazer para as crianças, mas somente os de menores fluxos e os de condomínio.

Pelo Plano São Paulo, os playgrounds exigem a higienização completa três vezes ao dia e limpeza dos brinquedos entre um uso e outro. Se não houver possibilidade de serem higienizados dessa forma, não poderão funcionar.

Quanto às piscinas, poderão reabrir se o local tiver condições de monitorar a qualidade da água a cada quatro horas e controlar o número de entrada de pessoas. Neste momento, está em análise a reabertura das piscinas públicas.

Os bares e restaurantes, que já estavam autorizados a funcionar, agora terão uma ampliação no atendimento. Nas mesas, passa de quatro para seis o número de ocupantes e a possibilidade de música ao vivo.

“Cada estabelecimento vai definir quais serão as oito horas de funcionamento. A informação precisará ser afixada na entrada”, afirma Mirian.

De acordo com o Secretário de Saúde, Aldenis Borim, o município vai acompanhar os números e as tendências nos próximos dias.

“Se tiver que fechar novamente, se tiver que restringir, nós iremos. Vocês não tenham dúvida que faremos isso. A prioridade é a vida humana. A reabertura nos deixa preocupados. A população precisa fazer seu papel”, diz.