
Paulo Henrique Souza Costa foi julgado pelo Tribunal do Júri por homicídio qualificado e furto. Segundo a investigação, crime em 2020 foi motivado pelo medo do acusado de ter o relacionamento extraconjugal divulgado.
Um homem foi condenado a 22 anos de prisão por matar amante para esconder a relação e furtar o celular da vítima em uma escola estadual no bairro São José, em Araçatuba/SP. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (10.set).
O Tribunal do Júri do município condenou Paulo Henrique Souza Costa em regime inicial fechado pelo assassinato de Rodrigo Aparecido Simão de Sousa e pelo furto do celular da vítima, um Motorola G7 Plus avaliado em R$ 1.000.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, Paulo Henrique mantinha uma relação amorosa secreta com a vítima e cometeu o homicídio por receio de que o relacionamento entre os dois se tornasse público. O crime aconteceu na madrugada do dia 1º de março de 2020, na Escola Estadual Ezequiel Barbosa.
Para a Justiça, ficou comprovada a tese do MP de que o acusado agiu mediante dissimulação e recurso que dificultou a defesa de Rodrigo. Conforme a Promotoria, logo após cometer o assassinato, o réu subtraiu o telefone celular da vítima com abuso de confiança e mediante fraude, fugindo do local para tentar ocultar provas e contatos mantidos entre os dois.
Os jurados acataram os pedidos do Ministério Público e condenaram o acusado por homicídio qualificado (cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima) e furto qualificado. O juiz Carlos Gustavo de Souza Miranda também fixou a obrigação do pagamento de multa e determinou que Paulo Henrique não poderá recorrer da sentença em liberdade.
*Com informações do g1




