Time precisa, em média, de 11,4 finalizações para marcar um gol em 2026; entre os times da Série A, os números são melhores apenas do que os do Vasco nesta temporada.
Ser ofensivo e fazer gols são as missões do Corinthians nesta semana. Derrotado por 2 a 0 no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, a equipe do técnico Fernando Diniz precisa vencer o Internacional por três ou mais gols nesta quinta-feira, na Neo Química Arena, para avançar no torneio.
O problema é que o sistema ofensivo corintiano é o segundo mais ineficiente do futebol brasileiro nesta temporada.
Os dados levantados pelo Gato Mestre mostram que, em média, o Timão precisa de 11,4 finalizações para marcar um gol. Os números são melhores apenas que os registrados pelo Vasco, que balança a rede adversária a cada 11,8 chutes.
Em 2026, o Corinthians disputou 41 partidas e marcou 45 gols. Das 17 vitórias conquistadas, em apenas três delas (Ponte Preta e Capivariano, no Paulistão; e Remo, no Brasileirão) construiu o resultado que o classificaria diante do Internacional na Copa do Brasil.
Em outras seis vezes, o Timão venceu por dois gols de diferença, resultado que levaria o confronto diante dos gaúchos para as penalidades.
Para agravar a situação, o técnico Fernando Diniz não contará com Yuri Alberto, que trata de lesão muscular. O holandês Memphis Depay ainda não renovou seu contrato e, por isso, estará fora de combate na quinta-feira. O meia Zakaria Labyad e o atacante Vitinho completam a lista de desfalques no sistema ofensivo.
Há a possibilidade de que o técnico Fernando Diniz faça mudanças estruturais na equipe, deixando a defesa mais exposta e apostando na pressão para cima do adversário.
O confronto será disputado nesta quinta-feira, às 20h, em Itaquera. Se avançar de fase, o Corinthians fatura R$ 4 milhões como premiação.
*Com informações do ge





