
A cada dois meses, uma cena de generosidade se repete, Dona Marlene Ribeiro, uma aposentada de 84 anos, encaminha cerca de 200 fraldas ao Hospital.
A cada dois meses, uma cena de generosidade se repete nos corredores da Santa Casa de Votuporanga. O destino? A entrega de cerca de 200 fraldas, um item essencial para o cuidado e conforto dos pacientes. Por trás desse gesto, está o coração de Dona Marlene Ribeiro, uma aposentada de 84 anos que transformou a gratidão em ação prática.
Embora a doação leve o seu nome, a logística do bem conta com um ajudante especial: seu filho, Fernando, que faz questão de realizar a entrega pessoalmente ao Hospital, garantindo que o carinho da mãe chegue ao destino final.
Para Dona Marlene, a escolha pela Santa Casa não é por acaso. A decisão de colaborar nasce da confiança no trabalho desenvolvido por colaboradores e gestores, além da experiência própria como usuária dos serviços.
“Colaborar significa ajudar o próximo e, principalmente, uma forma de agradecer a Deus pela vida. Com 84 anos, esta é a minha maneira de retribuir tudo o que vivo. Quando ajudamos, a vida se torna leve e tudo ganha um novo sentido”, afirma, emocionada, a doadora.

Dona Marlene destaca que a qualidade, a responsabilidade e, acima de tudo, o respeito à integridade humana oferecidos pela instituição são os pilares que a motivam a manter essa corrente do bem.
O Impacto de Cada Gesto
Para o setor de Captação de Recursos, doações constantes como as de Dona Marlene são fundamentais para a manutenção dos atendimentos humanizados. Rosemir Lopes, o Milão, responsável pela área, destaca o valor dessa parceria:
“O gesto da Dona Marlene é inspirador. Mais do que as 200 fraldas, o que recebemos aqui é uma lição de cidadania e amor ao próximo. Ver uma pessoa de 84 anos tão engajada em ajudar nos motiva a trabalhar com ainda mais dedicação. Somos imensamente gratos a ela e ao Fernando por acreditarem na nossa missão”, pontua Milão.
A Santa Casa de Votuporanga sobrevive e se fortalece através de parcerias com a comunidade. Histórias como a de Dona Marlene Ribeiro mostram que, independentemente da idade ou do valor, o que realmente importa é o desejo de fazer a diferença na vida de quem mais precisa.




