Torcedores do Santos protestam na Vila Belmiro, e Lucas Veríssimo diz: “Tem que cobrar mesmo” 

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Lucas Veríssimo apoiou os protestos dos torcedores — Foto: Jota Erre/AGIF

Gritos de “time sem vergonha” e “ganhar na Vila é obrigação” marcaram a saída do time para os vestiários após empate com o Coritiba.


O clima na Vila Belmiro terminou hostil nesta quarta-feira. Depois do empate sem gols com o Coritiba, no duelo de ida pela quinta fase da Copa do Brasil, os torcedores do Santos protestaram contra o time ao término da partida.

Gritos de “time sem vergonha” e “ganhar na Vila é obrigação” foram ouvidos a partir do setor das organizadas, enquanto Neymar e companhia deixavam o gramado.

“Jogar no Santos é pressão, quem está aqui sabe disso. Santos é gigante. Tem a pressão natural, mas tem que saber lidar. Jogando em casa a torcida está apoiando. No final tem que cobrar mesmo porque a equipe está deixando a desejar”, disse, em entrevista ao Amazon Prime.

“Na Vila, a gente tem que ganhar. Fizemos um bom jogo, começamos bem. Temos que concluir melhor. Estamos pecando nisso. Vem numa evolução, criando chances, mas falta finalizar e matar o jogo. Contra o Atlético-MG, fizemos 1 a 0, tivemos chances para matar e sofremos até o final. Contra o Fluminense a mesma coisa. São jogos que estamos evoluindo, mas falta o último passe”, lamentou.

O jogo contra o Coritiba encerrou uma sequência de quatro partidas seguidas do time na Vila Belmiro, nas quais a equipe somou apenas uma vitória.

Depois de bater o Atlético-MG por 1 a 0 pelo Brasileirão, o Peixe empatou com os reservas do Recoleta, pela Sul-Americana, perdeu para o Fluminense, pela Série A, e empatou nesta quarta contra o Coritiba.

A equipe agora se concentra para jogar quatro vezes consecutivas longe do torcedor. A pequena maratona começa no sábado, às 18h30, diante do Bahia. Na terça-feira, o Peixe duela contra o San Lorenzo, na Argentina, pela Sul-Americana.

Depois, o Santos enfrenta o Palmeiras, na capital, e o Recoleta, no Paraguai, antes de duelar contra o Red Bull Bragantino, em casa.

*Com informações do ge