Em busca de isonomia, Sincomércio entra na Justiça por abertura do comércio 

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João Herrera - presidente do Sincomercio

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista, João Herrera Martins, “o comércio está entre os segmentos econômicos o que mais respeita as regras sanitárias e de distanciamento social e, por outro lado, também é o mais castigado pelas autoridades municipais”.

O Sindicato do Comércio Varejista, protocolou nesta segunda-feira (22), mandado de segurança coletivo, requerendo autorização do judiciário para a abertura das empresas associadas, respeitando as normas de saúde.

O pleito sindical, apresentado em nome de seus associados busca fazer justiça, trazendo isonomia para todas as cadeiras produtivas do município, uma vez que entende não caber, em momento algum, mas em especial, em situação de crises, a criação de privilégios para este ou aquele segmento.

O Sindicato destaca na ação, todos os sacrifícios que os comerciantes vêm passando desde o início deste período de crise sanitária, destacando ainda os riscos e as dificuldades de se manter as empresas funcionando e as consequências que poderão advir em relação a geração de empregos.

Para o presidente da entidade, João Herrera Martins, “o comércio está entre os segmentos econômicos o que mais respeita as regras sanitárias e de distanciamento social e, por outro lado, também é o mais castigado pelas autoridades municipais”.

A ação se divide em dois pleitos: a reabertura do comercio essencial e para as demais atividades, se não possível a abertura, pelo menos que lhe seja devolvida a possibilidade das vendas por retiradas na porta das empresas ou por delivery.