Prisões de A.K.B.S., de 23 anos, e J.P.L.G., de 32, ocorreram durante operação da Polícia Civil; investigação apura ataque a tiros registrado em junho de 2025 e uma pistola calibre .40 foi apreendida na casa de um dos suspeitos.
Dois homens foram presos pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Votuporanga/SP durante uma operação realizada na manhã desta sexta-feira (18.set). A ação faz parte das investigações de uma tentativa de homicídio ocorrida em junho de 2025 no município.
De acordo com o apurado pelo Diário, os investigados, identificados pelas iniciais A.K.B.S., de 23 anos, e J.P.L.G., de 32, foram detidos em cumprimento a mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça.
Segundo a Polícia Civil, os dois são suspeitos de participação em um atentado no qual um homem foi alvo de disparos de uma pistola calibre .380. Apesar dos tiros, a vítima não foi atingida.
A perícia realizada no local do crime encontrou três marcas de impactos de projéteis na fachada de uma residência. Também foram recolhidos seis estojos de munição calibre .380.
Durante a investigação, a DIG reuniu depoimentos, imagens de câmeras de monitoramento e elementos produzidos pela perícia. O conjunto das apurações levou à identificação dos dois investigados e embasou os pedidos de prisão temporária e de busca e apreensão.
Pistola e veículo apreendidos
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os investigadores apreenderam aparelhos celulares que serão analisados no decorrer do inquérito. Um GM/Astra, apontado pela investigação como supostamente utilizado no crime, também foi apreendido.
Na residência de A.K.B.S., os policiais encontraram ainda uma pistola calibre .40. Segundo a Polícia Civil, por se tratar de arma de uso restrito, o investigado também foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Dessa forma, além da prisão temporária relacionada à investigação da tentativa de homicídio, A.K.B.S. também responderá pelo flagrante decorrente da apreensão da arma.
Os dois presos foram encaminhados à sede da DIG para a formalização dos procedimentos de polícia judiciária. Posteriormente, deverão ser apresentados no Plantão Policial e permanecer à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.
As investigações prosseguem para esclarecer completamente a dinâmica do atentado e a participação atribuída a cada um dos investigados.





